Observatório de Áreas Protegidas – OBSERVA
  • Trabalho de campo no Parque Natural Municipal da Lagoa do Jacaré e das Dunas do Santinho, 10/11/2018

    Publicado em 15/11/2018 às 12:11 12Thu, 15 Nov 2018 12:11:30 +000030.

    Pesquisadores do Observatório participaram de atividade da disciplina Análise Ambiental II (curso de Geografia) no dia 10 de novembro, sábado, no Parque Natural Municipal da Lagoa do Jacaré e das Dunas do Santinho.

    O trabalho de campo teve por objetivo reconhecimento dos diversos ambientes que formam o Parque, bem como, de conhecimento dos usos na área.

    Imagem 1: Vista do Parque Natural Municipal da Lagoa do Jacaré e das Dunas do Santinho a partir do Costão dos Ingleses (altitude do ponto da fotografia 168metros). Foto: Orlando Ferretti, 10/11/2018. Acervo OBSERVA.

     

     

     

    Imagem 2: Campo de Dunas fixas, com vegetação de restinga, no Parque Natural Municipal da Lagoa do Jacaré e das Dunas do Santinho. Ao fundo se observa a parte sul da praia do Santinho. Foto: Orlando Ferretti, 10/11/2018. Acervo OBSERVA.

     

    Imagem 3: Trilha no costão dos Ingleses, dentro do Parque Natural Municipal da Lagoa do Jacaré e das Dunas do Santinho. Classificação da trilha no costão conforme norma ABNT NBR 15505-2 como: quanto a severidade do meio, a trilha é moderadamente severa (2); valor 2 quanto a sinalização do caminho, ou seja, é bem sinalizada a trilha para a subida; quanto a condição do terreno, percurso por trilhas escalonadas (índice 3) o que necessita atenção aos caminhantes; a intensidade de esforço é significativa (3).  Foto: Orlando Ferretti, 10/11/2018. Acervo OBSERVA.

     


  • OBSERVA realizou o curso sobre o Sistema de Análise e Monitoramento de Gestão – SAMGe

    Publicado em 12/11/2018 às 16:12 04Mon, 12 Nov 2018 16:12:55 +000055.

    Entre os dias 05 e 08 de novembro, no Laboratório de Análise Ambiental – LAAM (no prédio F do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, 6º andar), ocorreu o curso de Capacitação em Avaliação e Monitoramento de Gestão de Unidades de Conservação: usos reais e potenciais do Sistema de Análise e Monitoramento de Gestão – SAMGe. O curso foi organizado pela Coordenação Regional de Florianópolis (CR9), em especial pela técnica do ICMBio Luisa Juliana S. Lopes, juntamente com outros profissionais do órgão ambiental.

    Imagem 1: Primeiro momento de apresentação do SAMGE, com Felipe Melo Rezende, do ICMBio. Foto: Acervo Observatório Áreas Protegidas

    O curso foi ministrado por Felipe Melo Rezende, técnico do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBIO, que atua junto à Divisão de Monitoramento e Avaliação de Gestão do ICMBio e é responsável pela criação do Sistema de Análise e Monitoramento de Gestão – SAMGe.

    Imagem 2: Apresentando o jogo de tabuleiro do SAMGE, confeccionado por Felipe Melo Rezende (ICMBio) para ser aplicado em conselho gestor de UC. Foto: Acervo Observatório Áreas Protegidas

    O curso teve 28 horas/aula e foi voltado para estudantes de graduação e pós-graduação que vão atuar em projeto de pesquisa e extensão de Monitoramento de Gestão das Unidades de Conservação Federais no sul do país, que será desenvolvido pelo Observatório de Áreas Protegidas (UFSC) em conjunto com o ICMBio, a partir de 2019.

     

    Imagem 3: Grupo de cursistas debatendo aspectos do SAMGE, sob a organização de Felipe Melo Rezende. Foto: Acervo Observatório Áreas Protegidas

    Imagem 4: Grupo de trabalho debatendo como montar estratégia para aplicar/explicar o SAMGE em conselho gestores de UC. Foto: Acervo Observatório Áreas Protegidas

     

    O objetivo geral do curso foi capacitar  estudantes, de graduação e pós-graduação, para a aplicação do SAMGE nos conselhos gestores de unidades de conservação.

    Imagem 34: Participantes do curso SAMGE, em pé da esquerda para à direita da imagem: Fabricio Basilio de Almeida‪ (doutorando em Geografia, UFSC);  Letícia Mayer Peloso (estudante de graduação em Geografia da UDESC)‪; Felipe Melo Rezende (ICMBio); Natália Silvério‪ (mestranda em Engenharia do Conhecimento, UFSC); Nikolas da Rocha Martins‪ (estudante de graduação em Geologia, UFSC); Fernanda do Canto (estudante de graduação em Museologia, UFSC); Luisa Juliana S. Lopes (CR9 – ICMBio); Luca Mattos Santucci‪ (estudante de graduação em Geografia, UFSC); Marcio da Silva ‪(estudante de graduação em Geografia, UFSC). Agachados (da esquerda para à direita): Victor Ventura da Luz‪ (estudante de graduação em Geografia, UFSC); Mariana Paul de Souza Mattos (mestranda em Oceanografia, UFSC); Giorgio Gallotti‪ (estudante de graduação em Geografia, UFSC); Yan Ewald Zechner‪ (estudante de graduação em Geografia, UFSC); Theo Guilherme Miqueluzzi‪ (estudante de graduação em Geografia, UFSC) e o prof. Dr. Orlando Ferretti (GCN/UFSC). Foto: Acervo Observatório Áreas Protegidas

    Para saber mais sobre o SAMGE ver a página http://samge.icmbio.gov.br/

    O projeto de pesquisa e de extensão do OBSERVA com o ICMBio, sobre o SAMGE, estará disponível para conhecimento no início de 2019.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


  • Conheça o Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição

    Publicado em 14/10/2018 às 17:41 05Sun, 14 Oct 2018 17:41:15 +000015.

    Conheça sobre a biogeografia do Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição

     

    Veja as informações de como ficou a Unidade de Conservação com recategorização para Parque Natural Municipal das Dunas da Lagoa da Conceição, em 2018.


  • Convite para o Planeta Doc na UFSC

    Publicado em 09/10/2018 às 16:30 04Tue, 09 Oct 2018 16:30:58 +000058.

    A Coordenadoria de Gestão Ambiental está apoiando o Planeta. Doc Conferência, evento gratuito, e convida toda a comunidade acadêmica a participar!

    Serão 35 vozes da mudança que abordarão temáticas ligadas a sustentabilidade.  A listagem do dos palestrantes segue anexada!

    O evento abordará duas temáticas principais: “Oceano e Biodiversidade – “Mergulhe nesta aventura com os maiores especialista do Brasil” e A voz é de Floripa – “Conecte-se  as principais projetos socioambientais de nossa cidade” .

    Quando?  16 de outubro de 2018

    Horários? das 13h às 22h.

    Onde? No auditório Garapuvu no Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

    Vagas limitadas – Inscrições aqui

    Palestrantes Confirmados_Planeta. Doc_Ok

     


  • Pesquisadores do Observatório participam do Conselho Consultivo de UC

    Publicado em 09/10/2018 às 15:45 03Tue, 09 Oct 2018 15:45:33 +000033.

    Os professores Orlando Ferretti e Marinez Scherer passam a integrar Conselho Consultivo Misto do Parque Natural Municipal Lagoa do Jacaré das Dunas do Santinho e do Monumento Natural Municipal da Galheta, representando a Universidade Federal de Santa Catarina.

    A proposta dos professores é auxiliar na gestão das UC, propor pesquisa e extensão nas áreas protegidas, bem como na zona de amortecimento. Nesse momento a atenção do Conselho será de indicar ações para o verão, em especial porque as UC estão em área costeira com praias muito procuradas pelo turismo de sol e mar.  A curto prazo o Conselho deve buscar a construção dos Planos de Manejo das UC.

     


  • Curso no Simpósio de Geografia (SIMGEO) da UDESC

    Publicado em 09/10/2018 às 11:30 11Tue, 09 Oct 2018 11:30:00 +000000.

    Nos dias 26 e 27 de outubro parte da equipe de pesquisadores do OBSERVA ministrou um minicurso no XVIII Simpósio de Geografia (SIMGEO) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

    O minicurso teve por título: Unidades de Conservação: Conceitos e Práticas, com carga horária de 8 horas. Foram apresentados a história e conceitos das Unidades de Conservação no Brasil; legislação atual; Unidades de Conservação e os ambientes protegidos na Ilha de Santa Catarina; e uma atividade de campo para conhecer uma Unidade de Conservação, o Parque Natural Municipal do Morro da Cruz. Os pesquisadores participantes que ministraram as atividades foram: prof. Orlando Ferretti,  profª Talita Laura Góes, biólogo Márcio da Silva  e Yan Ewald Zechner, estudante e bolsista. Documento apresentado em powerpoint Áreas_Protegidas_Ilha_SC

    Primeiro dia do minicurso. Da direita esquerda da tela para a direita: Orlando Ferretti, Talita Góes, Márcio da Silva e Yan Zechner

     Segundo dia do minicurso. Apresentação do Parque Natural Municipal do Morro da Cruz.

     Segundo dia do minicurso. Participantes  do minicurso, no Parque Natural Municipal do Morro da Cruz.

     Segundo dia do minicurso. Entrada do Parque Natural Municipal do Morro da Cruz.


  • Convite para o Revoar Brasil

    Publicado em 19/09/2018 às 10:36 10Wed, 19 Sep 2018 10:36:55 +000055.

    Durante os dias 5 e 6 de outubro de 2018 será realizado na cidade de Florianópolis (Brasil), o Congresso Revoar Brasil: As aves e seus Ecossistemas, organizado pelo Instituto Socioambiental da Praia do Santinho (ISAS), em colaboração com o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (CEMAVE), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Estação Ecológica de Carijós, Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, Instituto de Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), Fundação de Meio Ambiente de Florianópolis (FLORAM), disciplina de Biogeografia Básica e o Observatório de Áreas Protegidas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

    A realização do evento visa fomentar um encontro em escala nacional de observadores de aves e focará nas discussões sobre a interpendência entre as aves e os ecossistemas dentro de uma perspectiva de sustentabilidade que envolve a atividade de “birdwatching”. Acreditamos que, além de contribuir na formação dos participantes do evento com palestrantes de alto nível e atividades ao ar livre, o mesmo pretende consolidar pontos de integração entre o poder público (federal, estadual e municipal), a academia e a sociedade civil organizada na região sul do Brasil. O objetivo também é fomentar espaços importantes para o intercâmbio de conhecimentos e experiências, potencializando aplicações de planejamento e gestão da atividade, principalmente nas áreas protegidas.

    O Revoar 2018 almeja ser um encontro anual consolidado no calendário ambiental do país e estabelecer um marco para futuros encontros sobre o tema, direcionado a as pessoas que gostam de observar aves e estar em contato com a natureza, sejam elas experientes ou iniciantes.

    Para mais informações ver o site Revoar Brasil.

     


  • Convite para Simpósio promovido pelo Laboratório de Climatologia Aplicada

    Publicado em 17/09/2018 às 12:20 12Mon, 17 Sep 2018 12:20:01 +000001.

    Simpósio “Impactos dos cenários futuros de mudanças climáticas na agropecuária e na saúde pública catarinense”

    Inscrições para o evento em: http://inscricoes.ufsc.br/activities/2664.

    Programação Oficial (clique para acessar)

    Minicursos:

    Cada minicurso terá um custo de R$ 25,00. Para garantir a participação os interessados deverão efetuar o pagamento presencialmente nos dias do evento. Os Minicursos 1 e 2 serão realizados no Auditório do Anexo E – CFH – UFSC e o Minicurso 3 no Laboratório de Paleontologia do GCN.

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  • Dados atuais sobre as Unidades de Conservação na Ilha de Santa Catarina

    Publicado em 12/09/2018 às 15:43 03Wed, 12 Sep 2018 15:43:46 +000046.

    Na Ilha de Santa Catarina as Áreas Protegidas (APPs Municipais e Unidades de Conservação) ocupam uma área total de 128,32 km², representando 30,07% da área da Ilha de Santa Catarina (426,1 km²).
    Atualmente existem 15 Unidades de Conservação somando uma área total de 101,42 km² ou 79% da área total das áreas protegidas. As Áreas de Preservação Permanente Municipal somam 17% (áreas tombadas pelo município).
    Há ainda uma área protegida diferenciada, a Unidade de Conservação Ambiental Desterro (UCAD) administrada pelo Universidade Federal de Santa Catarina, com 4,9 km² ou 4% da área total das AP na Ilha de Santa Catarina.

    O gráfico abaixo traz o percentual de UC em superfície total (área) por diferentes tipos de gestores

     

     


  • Forma das Unidades de Conservação

    Publicado em 28/08/2018 às 15:37 03Tue, 28 Aug 2018 15:37:25 +000025.

    QUANTO FORMA DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

    Nos descritores das Unidades de Conservação, que aparecem na página do Observatório de Áreas Protegidas, é possível encontrar um dado chamado forma da unidade, que nada mais é que uma relação entre a área de uma unidade e seu perímetro. Portanto quanto mais próximo de 1 (um) for este dado, melhor é a forma da área, possibilitando maior distância entre o interior do efeito de borda nas margens.
    O cálculo da forma se dá pela seguinte fórmula:  

    Onde “p” é o perímetro da unidade e “a” é a área da unidade. Quanto mais próximo de 1 o resultado, mais arredondada é a borda, possibilitando maior eficácia na proteção do ecossistema.

    FERRETTI (2013) propõe a utilidade da forma da unidade dentro da biogeografia a fim de constituir análise da área como uma ilha biogeográfica, dentro da Teoria Biogeográfica de Ilhas (TEBI).

    A TEBI é utilizada desde a década de 1970 para o estudo do tamanho e a forma ideal para as áreas protegidas (AP). São levantados os fragmentos de habitat, quantidade, tamanhos e a distância, além dos corredores, que devem ser protegidos pelas suas características ecológicas intrínsecas. O que levou os pesquisadores a utilizar de teoria da biogeografia de ilhas em AP foi devido a essas parecerem ambientes insulares, já que os habitats naturais estão isolados (fragmentados) por espaços de produção agrícola e/ou pelos espaços urbanos (FERRETTI, 2013).
    As relações entre fragmentos de habitat (como manchas na paisagem) possibilitam a partir das noções de tamanho e distância entre essas e a possibilidade de ligação via corredores, o entendimento do equilíbrio entre extinções e migrações (FERRETTI, 2013)
    A forma da unidade, apresentada na figura 1, indica o possível efeito de borda em um habitat, de modo que quanto maior o contato e proximidade das alterações antrópicas, maior a destruição do habitat.

    No caso de Unidades de Conservação com uma forma mais recortada (pouco circular, muito fina, etc) estão mais sujeitas ao efeito de borda, conforme demonstrado na imagem abaixo.

    Figura 1: Perda de área em diferentes formas geométricas. Fonte: Ferretti, 2013.

    Referência:
    FERRETTI, Orlando. Os espaços de natureza protegida na Ilha de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis: UFSC, 2013, 346 p. Tese (doutorado). Programa de Pós-Graduação em Geografia, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Santa Catarina, 2013.