Observatório de Áreas Protegidas – OBSERVA
  • Evento de pesquisadores no OBSERVA

    O Instituto do Meio Ambiente – IMA em conjunto com o Observatório de Áreas Protegidas (OBSERVA/UFSC), organizam a reunião científica de pesquisadores sobre o Parque Estadual do Rio Vermelho, etapa que compõe a elaboração do Plano de Manejo da unidade de conservação, à ser realizada na Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC,  no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH, prédio F, 6° andar, no Laboratório de Análise Ambiental (LAAM) e no Auditório, no dia 20 de novembro de 2019, das 08:30 às 18:00 h.

    O objetivo da oficina é reunir pesquisadores com atuação na região que possam contribuir com informações relevantes para elaboração do plano de manejo, identificar lacunas que possam ser preenchidas por trabalhos já existentes, indicar temas científicos relevantes na conservação do parque estadual e propor pesquisas a serem realizadas na unidade de conservação.

    O evento é voltado a pesquisadores que já atuam nesta Unidade de Conservação, ou coordenadores de grupos de pesquisa que tem interesse em trabalhos na UC.


  • Convite para a 2ª Caminhada na Natureza com Libras


  • Relato sobre o incêndios no PAEST – 17/09/2019

    Os relatos abaixo são de pesquisadores do OBSERVA que estiveram no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro no dia 17 de setembro, a fim de avaliar a área queimada na Planície do Maciambú, Palhoça/SC.

    Para Giorgio Gallotti (estudante de Geografia/UFSC), a visita técnica iniciou com uma conversa com os gestores da Unidade de Conservação a fim de ter a impressão dos mesmos sobre o impacto do incêndio. Já ao lado do Centro de Visitantes foi possível observar as áreas de banhado (normalmente úmidas) bem secas. Observamos também que já está se fazendo o corte de espécies invasora, como o pinus (essas árvores quando em período seco são combustível ao fogo). Na conversa com os gestores, a princípio o incêndio iniciou-se em uma estrada no centro da área dos cordões arenosos (e que possui propriedades particulares), nas margens dessa estrada há a instalação das torres elétricas sem a devida proteção de acesso, por onde parte dos moradores descartam entulho, móveis e lixo doméstico. Em conversa com os gestores fica subentendido que os primeiros focos se iniciaram nesses pontos e que devido às condições do tempo as chamas se espalharam na direção de sudeste para nordeste durante o dia e a noite o vento mudou para nordeste, espalhando as chamas de para as áreas que ainda não haviam sido atingidas ampliando a dimensão da área. Se estima que, a fauna foi atingida, mas ainda não há dados.

    A bióloga Paula Ribeiro de Souza (mestranda UFSCAR), o incêndio atingiu grande parte das áreas que anteriormente eram alagadas, conhecidas como banhados, um ecossistema fundamental à vida e a qualidade das águas da região. Além de ser rico em matéria orgânica e proporcionar a ocupação e o estabelecimento de uma biodiversidade da fauna e flora, incluindo uma espécie de marsupial considerada vulnerável pela IUCN, Lutreolina crassicaudata. Sem banhados teríamos uma água mais poluída, mais enchentes e maiores riscos de falta d’água em épocas de seca. Por isso a sua preservação é fundamental para a perpetuação da vida selvagem e da qualidade das águas de nossa região.

    O biólogo Tadeu Maia, aponta que, o foco do incêndio teve início em pequenos arruamentos para instalação e manutenção das torres de transmissão de energia, paralelas à Estrada do Espanhol, esta que atravessa a área de cordões arenosos até a rodovia principal da Enseada da Pinheira. É comum nestes locais, a deposição e queima de grande quantidade de lixo. O Fogo conduzido pelo vento sul percorreu os cordões arenosos, principalmente nas áreas mais baixas recobertas por taboais completamente secos devido ao longo período de estiagem, alcançando a porção Norte da restinga próxima a praia do Praia do Sonho. Na manhã do dia seguinte, a força do vento Nordeste impulsionou o fogo para o sul, as chamas ganharam força por conta da presença de galharias de pinus, suprimidos para recuperação da área, ultrapassando novamente a Estrada do Espanhol, rumo ao Sul dos cordões arenosos e só foi parado com a mudança de vento no final da tarde do dia 15.

     

    Abaixo algumas fotos tiradas pelos pesquisadores durante a visita:

    Vegetação queimada, com a presença de urubus (por causa da presença de animais queimados).

     

    Entulho em área no interior da UC, utilizado pela comunidade local, ao qual se referiu o biólogo Tadeu.


  • Convite para palestra sobre Amazônia


  • Caminhada na Natureza com Libras – primeira atividade. Estação Ecológica de Carijós


  • Convite para conhecer trilha na ESEC Carijós

    O OBSERVA, o Projeto de Extensão Terra à Vista e a Estação Ecológica de Carijós (ICMBio) convidam aos interessados pela natureza da Ilha, para um dia de muita educação ambiental, apreciação e conhecimento da natureza.

     

     


  • Abertura de vagas para o Programa de Pós-Graduação em Geografia/UFSC


  • Informe Grupo de Estudos – Uso Público

    Devido às condições desfavoráveis do tempo a atividade em campo será adiada. A nova data deve ser informada assim que for definida. A chuva impede a realização segura da trilha e também o aproveitamento da atividade.

     


  • Atividades no Bosque em Junho

    Mutirão do dia 08/06/2019

    Grupo que participou do mutirão. Foto: Allisson Jhonatan Gomes Castro

    No sábado do dia 08 de junho de 2019 foi feito um mutirão de plantio e manejo na área do bosque do CFH. Essa foi uma ação conjunta entre os estudantes do projeto de recuperação do bosque, a coordenadoria de gestão ambiental (CGA) da UFSC e o grupo de escoteiros Desterro. A faixa etária dos participantes era bem diversa, desde crianças de aproximadamente 7 anos, passando por um grupo de adolescentes até adultos. As atividades começaram às 9:00 horas, com uma conversa sobre a importância do uso do espaço público e sobre a recuperação do bosque, seguida da divisão do grupo em dois, para que fosse possível uma visita pelas diferentes áreas, com diversas paradas para explicar os inúmeros espaços e principalmente para que eles comentassem o que estavam vendo e sentindo nos diferentes locais pelos quais iam passando.

    Após a apresentação do espaço, o grupo foi divido em três partes, respeitando a faixa etária e os interesses, para trabalhar em áreas distintas. A primeira turma trabalhou na recuperação de uma horta mandala, a segunda na revitalização do espaço com plantas medicinais e o terceiro grupo plantou mudas, que foram doadas pela FLORAM (produzidas no viveiro do Monumento Natural Municipal da Lagoa do Peri), no entorno do riacho do bosque. Além da importância de vegetar a beira do curso d’água que passa pelo local, essa é uma das áreas de plantio selecionadas pelo Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica da prefeitura de Florianópolis, que busca atuar de forma ativa na defesa, conservação e restauração da vegetação nativa da Mata Atlântica.

    Os que dedicaram sua manhã de sábado nessa ação não poderiam estar mais empolgados, resultando em inúmeras trocas de conhecimento, de sorrisos e na visível melhoria das áreas no fim do mutirão.

     

    Crianças trabalhando no canteiro de ervas medicinais. Fotógrafo: Allisson Jhonatan Gomes Castro

     

    Estudante fazendo o plantio de uma espécie nativa. Fotógrafo: Allisson Jhonatan Gomes Castro


  • Grupo de Estudos – Uso Público

    O Observatório de Áreas Protegidas informa que o próximo encontro do Grupo de Estudos de Uso Público em Unidades de Conservação: Trilhas e Interpretação Ambiental ocorrerá na Trilha da Lagoinha do Leste, no dia 01/07 às 13h30.

    Os participantes devem se encontrar na entrada da trilha (no lado do Pântano do Sul). O percurso deve ser iniciado às 13h30.

    Para informações contatar o Observa ou diretamente a Profª Talita Góes.